7 de mar de 2013

08 DE MARÇO – NOVOS CONCEITOS, NOVA REALIDADE.

A sociedade atual ainda requer um forte ajuste no tocante diferencial dos sexos, quer dentro ou fora do lar.


A árbitra assistente (regra 06) Nadine Schram Bastos



Não podemos ainda viver nas sobras do passado e ver a mulher como uma peça sem valor no quebra cabeça de uma sociedade globalizada, vivendo como as antigas civilizações gregas, romanas e mesopotâmias nas quais a mulher só tinha a missão gerar filhos ou como na cidade estado de Esparta, mulher que só gerava meninas, não tinha valor na sociedade, pois como uma cidade fortemente militarizada os meninos gerados seriam futuros guerreiros.

Historicamente a mulher sempre foi rotulada como frágil e submissa, sem opinião própria, não podia em certas culturas escolher o seu próprio marido.

Porém a realidade dos nossos dias mostra que estas culturas estavam erradas, que a mulher não é um “peão descartável do tabuleiro de xadrez” e sim uma rainha e como tal deve ser tratada.

A sociedade futebolística vê nela uma nova realidade principalmente no universo da arbitragem de futebol que vem fixando cada vez mais ela em suas fileiras de árbitros e árbitros assistentes.

Este novo posicionamento vem encontro que a mulher tem uma vantagem em relação ao homem, pois são mais detalhista e dedicada as tarefas de aprimoramento da nobre função. Não tem preguiça na hora de treinar, pois além trabalhar fora e dentro de casa, não se queixa que esta casada e que o treino pode ficar para outro dia.

Esta disposição faz dela uma componente importante para modernização da arbitragem. São estes caprichos que fazem a diferença dentro do campo de futebol, pois ali a atenção dela é focada no jogo que esta acontecendo. Uma atenção que resulta e bons resultados, principalmente na função de árbitro assistente.

Com isso o universo da arbitragem de futebol tem de certo modo cutucado os árbitros para que eles também possam agir com esta dinâmica que a mulher apresenta em relação a sua dedicação a nobre função.

São novos conceitos e uma nova realidade, a sociedade em um todo não pode mais ser mesquinha com a mulher, deve sim trata-la por igual, não só em relação aos cargos de trabalhos, mas sim como uma pessoa importante que deve ter o seu respeito e valor, ganhos e reconhecimento pelos seus papeis exercidos numa sociedade evolutiva e globalizada.

Por Valter Ferreira Mariano

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