22 de mai de 2013

A NOVA INTERPRETAÇÃO DE MÃO NA BOLA E BOLA NA MÃO.

Árbitro italiano Massimo Bussaca

Uma mudança na orientação de marcação de infrações em jogadas de “Mão na Bola” e “Bola na Mão” será colocada em prática na Copa das Confederações 2013, a se realizar dentro em breve no Brasil. Não será uma mudança na Carta Magna do Futebol (livro de regras), mas o árbitro italiano Massimo Bussaca, o atual comandante do universo da arbitragem, alega ser uma nova interpretação aos árbitros sobre lances duvidosos dessa natureza.

Hoje, só se deve marcar infração por uso indevido das mãos na bola se for uma ação deliberada (proposital/intencional). É uma das poucas infrações onde o árbitro não deve avaliar imprudência, nem força excessiva (lembrando que em qualquer outra falta deve se considerar ação imprudente, temerária ou brutalidade). A Regra 12 (infrações e Indisciplinas) diz que:

Uma das faltas punidas com tiro livre direto é: tocar a bola com as mãos intencionalmente (exceto o goleiro dentro de sua área penal).

Tocar a bola com a mão implica na ação deliberada de um jogador fazer contato na bola com as mãos ou com os braços. O árbitro deverá considerar as seguintes circunstâncias:

- O movimento da mão em direção à bola (e não da bola em direção à mão);
- A distância entre o adversário e a bola (bola que chega de forma inesperada);
- A posição da mão não pressupõe necessariamente uma infração;
- Tocar a bola com um objeto segurado com a mão (roupa, caneleira etc.) constitui uma infração;
- Atingir a bola com um objeto arremessado (chuteira, caneleira etc.) constitui uma infração.

A novidade é: o árbitro deve avaliar se em determinados lances não houve movimento antinatural dos braços no momento do toque (uma intencionalidade disfarçada de falsa imprudência) ou um risco mal calculado do atleta em que a bola possa bater nos braços, em jogada que se poderia evitar.

Por Valter Ferreira Mariano
Fonte: Blog do amigo e professor Rafael Porcari.

6 de mai de 2013

A MÃE DO ÁRBITRO DE FUTEBOL.

Mãe e arbitra Assistente Daniella Magalhães

Por que falar mal de uma pessoa que não se conhece? Atacando com adjetivos não agradáveis? Simplesmente em situação onde ela nem este presente?


Esta é a mãe do árbitro de futebol, sempre ovacionada e rotulada com estes adjetivos. Mas por que tanto rancor contra um ser divino, será que este que a rotula nunca teve o prazer de ter mãe, mesmo que seja a mãe de criação.

Todavia não importa o quanto escrevemos para reverencia-la sempre haverá aquele que ira nos contradisser, mas, vamos falar da parte boa deste assunto, mãe não é apenas ter o nome dela em nossos documentos pessoais é ter alguém para abraçar quando no momento ruim não há ninguém que se apresenta para dar este abraço, mas ela estará lá de braços abertos esperando para consolar e enxugar nossas lagrimas.

Ela é um ser divino, quer sempre o bem dos filhos mesmos quando não são compreendidas em algumas decisões, mas pode ter certeza ela só quer o bem.

Ser mãe é uma tarefa de grande grau de dificuldades, pois cuidar de uma casa entre aspas não é difícil, mas colocamos junto a esta missão a tarefa de cuidar dos filhos, educá-los para uma sociedade consumista cheia de coisas ruins, ensinar o que é preciso para se tornar uma pessoa de respeito no futuro próximo, ensinar a ter cuidados com certos relacionamentos e principalmente não chegar perto do mal do século as drogas.

É apenas uma pequena mostra dos afazeres que a mãe possui e ela nunca reclama de ser mãe pelo contrario ela ama ser mãe.

Neste dia que o calendário coloca a mãe em evidencia faça este dia ser o mais completo para ela, não deixe de levantar da cama e dar um simples abraços, pois com toda certeza para ela não será um simples abraço tenha certeza disso.

Por Valter Ferreira Marino